Um dia de reencontro, abraços, boas recordações, várias histórias para contar, além de muita emoção. Assim foi a primeira edição do Para Sempre Mackenzista em Curitiba, realizado no último sábado, 29 de março, na Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR). No dia em que a capital paranaense completou 332 anos de fundação, mais de 300 inscritos, entre egressos e ex-colaboradores, fizeram do encontro um momento único.
Recebidos com um café da manhã especial, os participantes foram saudados pela organização do evento, alunos da atualidade e também pela diretoria da FEMPAR.
“É uma honra para nós realizarmos esse evento pela primeira vez em Curitiba. O que mais impressiona é a alegria e emoção deste reencontro. Porque a FEMPAR é uma casa, é uma família, e isso nós estamos percebendo e vivenciando neste momento”, disse a diretora dra. Carmen Marcondes Ribas.
Durante o evento, os participantes foram convidados a percorrer toda a estrutura da faculdade. Conduzidos por atuais alunos da instituição, eles visitaram os laboratórios acadêmicos, salas de aula, biblioteca, laboratório de simulação, de técnicas operatórias, pesquisas avançadas, ambulatório médico e salas de pós-graduação.
Espírito Mackenzista
Gerente e responsável pela implantação do programa Para Sempre Mackenzista, Ciro Aimbiré de Moraes Santos disse que a finalidade do evento é trazer de volta à casa os antigos colegas, para promover reencontros e potencializar o sentimento de pertencimento, que é o forte vínculo entre as pessoas e a instituição.
“O espírito Mackenzista é uma coisa que ninguém consegue explicar. Quem é Mackenzie, é Mackenzie. Então, a ideia desses encontros é manter viva a chama desse espírito, encontrar a antiga turma, os professores, rever as instalações, pois provavelmente na época que os egressos se formaram, os laboratórios eram outros, a tecnologia avançou. Hoje nós temos um curso de Medicina de ponta aqui em Curitiba, e isso merece ser visto por profissionais de todas as gerações”, afirma Aimbiré.
Estrutura avançada
Formado pela faculdade em 1977, o experiente médico angiologista e cirurgião vascular, José Fernando Macedo, ficou feliz em reencontrar antigos colegas e se disse impressionado com a estrutura atual da FEMPAR. “Eu posso afirmar: a Faculdade Evangélica Mackenzie hoje, senão é a melhor, é uma das melhores faculdades do Brasil, quem sabe da América Latina. Eu também estudei em outras instituições e posso falar com propriedade sobre o assunto” garantiu o médico.
“Pela estrutura que ela tem, pelo material de ensino, pela qualidade dos docentes, a FEMPAR é diferenciada. Então para nós é um orgulho muito grande ter feito parte desta instituição”, elogiou Macedo.
Aluno da faculdade entre 1980 e 1985, o médico cardiologista Alexandre Manuel Varella foi outro integrante da “velha guarda” a participar do Para Sempre Mackenzista. Ele enalteceu a iniciativa do reencontro com a comunidade acadêmica.
“Tem gente que está se reencontrando agora, depois de quarenta anos. Porque a vida segue, cada um vai para um lado e é ótimo ter esses momentos de reencontro. Foi uma bela atitude do Mackenzie”, salientou.
Varella falou também sobre as diferenças da faculdade de sua época de estudante para os dias atuais. “É outro mundo, né? A faculdade que eu estudei tinha quatro salas, laboratório de anatomia, laboratório de histologia e só. Mudou bastante e hoje sinto um orgulho imenso em ver como a estrutura evoluiu, sobretudo após a chegada do Mackenzie. Os alunos de hoje dispõem de equipamentos de ponta, e isso é muito importante para formar grandes profissionais”, afirma.
O encontro contou também com a participação de ex-colaboradores da FEMPAR, como o gerente de T.I. Ernani Cardoso, funcionário da faculdade entre 2004 e 2016. “Esse evento foi bem interessante, muito bom rever os amigos, rever a estrutura, é um orgulho ver que a faculdade está indo tão bem, com tantos bons profissionais e uma estrutura invejável”, comentou Ernani.
Nova geração: prontos para o futuro
Além dos egressos e ex-colaboradores, o Para Sempre Mackenzista também teve a participação dos atuais alunos da faculdade. Estudante do 4º período de medicina, a jovem Camila Akemi Kamoi Kay elogiou a iniciativa e o intercâmbio entre diferentes gerações de alunos.
“Eu acho bem interessante porque no passado não existia celular e a facilidade que temos hoje em trocar mensagens para marcar reencontros. Esse evento conseguiu reunir bastante gente, muitas gerações de anos diferentes que compartilham suas experiências acadêmicas e profissionais”, diz a estudante.
Camila ficou feliz em compartilhar as visões das gerações anteriores com as atuais. “Muitos dos mais antigos relataram que as coisas estão bem diferentes, os microscópios são diferentes, a tecnologia evoluiu muito. Esse evento foi satisfatório para todas as gerações”, ressalta.